EBI Rabo de Peixe
São Martinho era um soldado de Roma que volta para a sua casa. Pelo caminho encontrou um pobrezinho cheio de frio. Teve pena dele, cortou a sua capa ao meio e deu-lhe uma metade. Nessa mesma hora apareceu o sol quentinho.
A partir desse dia, todos os anos, pela altura do São Martinho a chuva para e faz se uma tarde de sol, chama se verão de São Martinho.
Neste dia costumamos cozer e comer castanhas e milho, beber vinho, sair com os amigos e brincar.
Francisco Andrade
Na aula de português estudamos um conto chamado “Ladino” de Miguel Torga.
Neste conto a personagem principal é um pássaro que era muito esperto.
Quando ele era pequeno não queria sair do ninho. A mãe é que lhe tinha de dar a comida no bico. Na sua juventude viveu descontraidamente: quando faltava a comida nos campos, ia comer ao galinheiro e no inverno ia aquecer-se no forro do teto da cozinha, foi sempre solteiro mas teve muitas namoradas e fugia das armadilhas.
Esta personagem faz-me lembrar o comportamento de alguns seres humanos que vivem do oportunismo, do egoísmo e da falta de solidariedade.
Francisco Andrade
Eles levanta-se muito cedo para ir para o mar num barco.
Nem sempre os pescadores apanham peixe.
Há dias em que não apanham muito peixe.
Muitas vezes os pescadores arriscam a vida no mar.
A vida de pescador não e só no mar, também é em terra, a safar trole: Os pescadores têm de esticar as sedas e amarrar outras sedas mais finas, enrolar dentro de gamelas e depois colocar anzóis e a isca.
De manha, os pescadores pegam nos troles e levam para o mar com pedras e vigias.
No dia seguinte de manhã, os pescadores vão ao mar recolher os troles e levam os peixe para a lota.
Rodrigo Mourato
* Imagem - wikipédia
Rabo de Peixe é uma vila que fica na ilha de São Miguel, no concelho da Ribeira Grande.
É uma vila bonita, junto ao mar. Tem casas, uma fábrica de peixe, tem porto seguro, OTL , escolas, lojas, uma igreja, uma Ermida, centro de saúde, casa de povo, a doca …
O que eu mais gosto é ver as paisagens: a vila está rodeada de montes cobertos de vegetação. À tardinha, o sol espreita através dos montes e apresenta-nos uns raios magníficos, parecem fios de ouro.
Atrás da minha casa há um monte não muito pequeno nem muito baixo mas é o suficiente para nós vermos o pôr-do-sol, é uma sensação maravilhosa.
Francisco Andrade